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O Negão da Light

Descrição

Eu tenho andado meio estressado ultimamente, devido a correria do dia a dia, as responsabilidades sobre os negócios, muita coisa nos ombros de um homem só; dia desses, eu estava voltando pra casa, quando parei numa padaria e fui comer um pastel, eu sou muito brincalhão, apesar do estresse, com os outros eu não sou antipático, não deixo transparecer meus problemas; havia tb comendo um pastel um negro, alto, forte, trajando uniforme da light, trocamos cumprimentos e papeamos juntos com uma atendente, nos descobrimos ter nascido e morado na mesma cidade, alias, ele continua morando lá, estava em minha cidade atual, devido a uma transferência que a Light fez, o papo foi fluindo, com lembranças de pessoas que vivem na nossa cidade natal e que conhecíamos mutuamente, acabamos sentando numa mesinha de canto e continuávamos o nosso papo, ele se apresentou como Valdecir, e me confidenciou estar precisando de um eletricista de automóvel, pois o vidro elétrico do carro dele estava agarrando, e com a chuva que estava armando, ele estava preocupado; comentei com ele que eu conhecia um bom eletricista, se ele quisesse, era só me acompanhar que eu o levaria até lá; o que foi feito, ele seguiu no carro dele, eu no meu, a oficina elétrica ficava em um bairro mais afastado, quando chegamos já estava em final de expediente, Valdecir combinou com o eletricista, em deixar o carro dele lá e voltar de carona comigo.
O temporal que estava armando, desabou…..quando chegamos próximo ao portão da casa que Valdecir estava morando, segundo ele, sozinho, pois detestava bagunça de um monte de peão, ele então me convidou para tomarmos uma cerveja como forma de agradecimento pela referencia e carona, como falei no inicio, sou brincalhão, e em tom de brincadeira, falei que com um negão daquele tamanho, temos que ser cordiais……e aceitei a cerveja.
Entramos na casa, simples, havia um sofá e uma tv na sala, na cozinha um pequeno fogão e uma geladeira, não fui no quarto ver o que tinha….Valdecir pediu para eu não reparar, pois era a casa de um homem sozinho, e que quase não tinha tempo de arruma-la…..abriu uma cerveja, me serviu, vi que numa coisa ele fazia questão, ter tv a cabo, pois segundo ele não se ligava em computador, e sozinho aproveitava para assistir bons filmes, o papo estava muito bom e conduzi para sexo, ele alegou que só ia para casa uma vez por mês, ainda mais, porque estava separado, não queria ficar na mesma casa que a ex morava com os filhos, e hotel estava caro……perguntei se tinha arrumado uma namorada, ele me garantiu que não, que estava na seca…..zoando, aproveitei a deixa, e tb já depois de dois litrões, disse a ele, ai tá vendo, se eu não for bonzinho com vc estou perdido; mas dessa vez o comentário acho que soou de uma outra forma aos ouvidos de Valdecir, não sei se devido a cerveja; ele me perguntou se eu gostava de filme de sacanagem, que ele tinha desbloqueado o canal, eu disse que sim, gostava, ele então me perguntou se eu queria ver, eu disse que sim, gostaria……o tesão foi aflorado…..e logo na primeira cena…..uma loura mamando um negão……mais uma cerveja….chovendo forte…..acaba a luz……Valdecir deu graças a não estar de plantão….foi-se nosso filme….mas ele lamentando, perder o filme, eu ri, disse, que agora só se fosse ao vivo, mas não tínhamos a loura ali…..ele caiu na gargalhada, e disse, que com aquela escuridão, qualquer boca, pareceria a da loura……que o pau dele estava precisando de uma mamada daquelas…….- veja como está – comentou ele, eu disse que não tinha jeito devido a escuridão…..senti que ele ficou em pé, em minha frente, o cheiro me fez levar as mãos, e constatar que estava de pica dura em minha frente…….segurei…quente…grossa…..com a ordem de dar uma mamada, pois ele sabia que era o que eu estava querendo desde o inicio……abocanhei aquela vara grossa, sentindo aquele gosto…..sem enxergar nada, saboreando aquela piroca carente…..que segundo ele adorava um cu…….perguntei se ele tinha camisinha ali, ele disse que sim, que era um crioulo preparado, intensifiquei as lambidas……a luz voltou…….pude ver a veracidade daquele tesão, a piroca envergada…..Valdecir abriu uma gavetinha do móvel que estava a tv, sacou a camisinha…….como eu não estava preparado pra tal, fiquei receoso, mas ele me tranquilizou que entenderia se houvesse imprevistos, e que com ele não tinha nada a ver. A lubrificação foi feita com um creme que segundo ele era para a pele, e eu mesmo untei meu cu com aquele creme, ele passou sobre a verga …..e eu pedi paciência e para ir devagar…..pois era grande…..ele ia e vinha colocando a cabeça, eu havia me posicionado de joelhos sobre o sofá, abrindo as nádegas……que aos poucos foram repartidas por aquela pica preta sendo enterrada totalmente em mim…..me arrancando urros……e Valdecir socando.

Continua…


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O Nativo II

Descrição

Como eu prometera na minha primeira história O Nativo, volto a contar o que ocorreu depois que cheguei da minha “caminhada” da manhã, Meg e Celma, já haviam retornado de Parati, eu para disfarçar, disse que após a caminhada tinha ficado vendo o Índio surfar….ele seguiu para seus afazeres, enquanto eu fui tomar um banho e descansar antes do almoço; eu estava muito bem, apesar de ser sempre bem humorado, Meg constatou eu mais leve, que não havia falado nenhuma vez sobre trabalho, filhos…..que essa caminhada com o Índio havia me feito bem, eu concordei, dizendo que havido feito bem sim, mas que eu estava cansado. após o almoço, eu voltei a dar uma descansada, foi a Vila e dar uns passeios, a noite entre sinais, combinei com Índio, para o dia seguinte cedinho, como eu acordo cedo mesmo, até comentei com Meg, que iria dar minha caminhada mais cedo, para pegar menos sol na cabeça; acordei umas 5 da manhã, e quando fui até o portão me encontrei com Índio, estava escuro ainda; ele então propôs mudarmos de itinerário , irmos para uma cachoeira que existe ali perto, as trilhas são mais tranquilas; eu disse que ele que mandava, e fui; caminhamos uma meia hora, já estávamos na trilha mata adentro, e eu perguntei se iriamos parar para beber uma agua, dar uma descansada, ele rindo perguntou se eu estava querendo relaxar mais, eu disse que seria bom, ainda mais num lugar como aquele, meio de mato, me lembraria a infância, caminhamos mais alguns minutos e paramos numa espécie de platô descampado, local próprio para descanso e observação de paisagens, pois dali temos uma visão do mar e da cachoeira, separados por uma mata……me sentei num tronco para dar uma descansada, e chamei Índio para próximo, ele alegou que ali não poderia fazer tudo, pois não havia levado camisinha, foi uma ducha de agua fria, porem se estávamos já no clima, não ia perder a viagem…..ele colocou a piroca pra fora do bermudão, me oferecendo, ainda meia engorda, mas fiz rapidamente ela ficar em ponto de bala, com lambidas e chupadas, mas eu queria mais, mas também não sou burro de tentar algo sem camisinha, então Índio sugeriu que voltássemos e havia um quartinho em que ele pernoitava lá na pousada, que ficava bem num canto, e como era cedo, ninguém iria nos ver entrar lá, lá também poderíamos ficar tranquilos.

O percurso de volta foi feito rapidinho…..quando chegamos, realmente ninguém além da cozinheira estava acordado; enquanto Índio a distraia, eu fui para o tal quartinho, logo depois ele chegou, havia apenas uma cama e um guarda roupas ali, reiniciei o que havia começado na mata, pagando um boquete nele, logo depois eu me posicionei de quatro sobre a cama, oferecendo-me a ele, igual cadela no cio, e ele igual a esses vira latas, meteu com vontade, sem fazer muito barulho, pois eu estava preocupado em alguém acordar e ouvir……eu estava lá de quatro, todo animado, com aquele garoto me socando a piroca, quando ouvi a voz de Meg, conversando com o que parecia a voz da cozinheira, aquela situação, me deixou louco, o medo de ser descoberto e o prazer que esse medo me causava era delicioso e confuso, eu pedi para ele meter tudo, me arregaçar , ele socava com força, eu estava provando pra mim mesmo que aguentava qualquer pica, gozei muito, e pedi para ele tirar para chupa-lo, até gozar na minha boca.

Para sairmos do quartinho, foi um malabarismo, Índio saiu primeiro, tentando contornar a situação, falando a Meg que eu havia ficado pra trás, levou as duas pra dentro da cozinha, e eu sai do quartinho, meio suado e satisfeito, quando cheguei próximo a porta e ela me viu, fez um comentário inocente, de que eu estava arregaçado, minha aparência de cansaço me denunciava, e falando pro Índio, em tom de brincadeira, pediu a ele para não judiar muito de mim não, rimos e concordamos, mas ela pode ter certeza de que o Índio não judia…..


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A motorista safada

Descrição

Olá, meu nome é Paulinho e esse é meu primeiro conto, espero que gostem.

Estava perto de dezembro de 2011 eu precisava de dinheiro mas não conseguia emprego por ser novo, até que um dia um amigo me chamou pra fazer um bico numa decoradora, eu aceitei e então fomos trabalhar. Nós ajudamos a carregar os caminhões pra ir para os eventos fazer a decoração, cada equipe tinha um caminhão e um motorista, mas na minha equipe era uma motorista, morena , cabelo liso com rabo de cavalo , tinha os olhos um pouco puxados como de uma índia, peituda e bunduda , com um pouquinho de barrigua, aparentava ter uns 38 anos , mais ou menos 1,80 de altura, casada e tinha uma filha de 18 anos. Ela logo veio nos comprimentar pois era muito alegre e descontraída , começamos a trabalhar e eu não conseguia ficar um minuto sem olhar pra aquela bunda grande com a calça jeans enterrada la dentro olhava e via a nuca a mostra, ouvia a voz linda dela, de mulher brava mesmo sem ser e estava louco de tesão! Meu pau não tem 19,5 cm e tem um cabeção , ele estava totalmente duro que estava ate doendo! Estava louco pra ir no banheiro e goza pensando nela mas não dava naquele momento, ouve um momento que ela estava conversando com a nossa chefe e nois estava-mos tomando café , e ela tava de costas meio de lado e eu não parava de secar ela , fiquei todo sem jeito quando percebi que tinha 3 espelhos e que ela estava me vendo secando ela por eles, fiquei sem graça e com vergonha , mas depois disso pegava ela me olhando, com um olhar serio, achei que estava brava comigo. Minha equipe era eu e mais 2 e mais uma menina, eles tiveram que ir mais cedo pro evento porque boa parte da decoração ja tinha chegado la por outro caminhão. Mais tarde fomos levar o resto da decoração , só eu e a motorista , fiquei queto , nessa epoca era timido e sem confiança mas ela começou a puxar assunto e começamos a conversar, seu nome era Selma. Ela me contou que tinha pegado a filha dela na cama com o namorado e me perguntou :
Selma – E você Paulo, tem namorada ?
Eu – Sim , namoro a 6 meses.
Selma – aaa, e vocês … você … você ja comeu ela ? – Disse ela parando no farol olhando pra mim dando um leve sorriso , deixando a boca um pouco aberta com os lábios carnudos molhados.
Fiquei um sem jeito, e disse :
Eu – Já.
Selma – E ela é boa de cama ? – Disse ela ja me olhando com cara de safada , e então percebi que ela tava querendo algo, respirei, me soltei e disse :
Eu – Eu acho que ela é boa , só comi ela ate hoje , mas ela sempre pede arrego.
Selma – Então você ainda é inexperiente… Eu nunca pedi arrego, gosto de acabar com o pau do meu marido ate ele não aguentar e eu sentir a porra dele caindo quentinha no meu rosto e escuta ele gemendo se punhetando com o pau na minha frente ! Você deve adorar bater punheta né ? – Quando ela terminou de falar meu pau estava duro como uma pedra com um super volume na calça , segurei ele por cima da calça e disse :
Eu – Eu adoro mesmo, a primeira coisa que vou fazer quando chegar em casa é bater uma punheta pensando em você! – Ela só me olhou e olhou pro volume na calça e não falou nada, pensei que tinha entendido errado e não falei mais nada.
Percebi que a gente não tava indo pro evento, mas como a gente tava bastante adiantado nem liguei. Paramos em frente uma casa e ela disse que era dela e que precisava fechá-la pois tava toda aberta e disse pra mim entrar uns 5 min depois dela pra ajuda ela na procura de um dinheiro. Então ela entrou e depois eu entrei, assim que entrei ela me chamou , estava no quarto , fui ate o quarto e me deparei com a cena dela deitada na cama com as pernas abertas e bem erguidas pelada , e com uma mão apertava o peito e passava a lingua nele mordendo os labios , com a outra mão se masturbava enlouquecidamente, sua buceta tava toda molhada, enchadinha e gemendo ela disse :
Selma – Vem Paulo, vem fude minha buceta igual você imaginaria tocando punheta, veeeeem ! Gritou ela.
Eu fiquei louco de tesão ! Tirei minha camisa e ja comecei a chupar ela , colocava a linguala dentro e mechia e brincava com o pinguelo inchadinho dela, ela segurava minha cabeça e apertava aquelas coxonas no meu rosto e gemia como uma vadia no cio e gritava :
- Vaaai meu safadinho, me chupaa ! Faz eu goza na sua lingua vai , chupa minha xota !
E eu chupando ela e ja aproveitei pra tirar a calça com a outra mão, e então comecei a chupar seu pinguelo e coloquei 3 dedos dentro da buceta dela e mechia eles la dentro , tirei a boca e gritei pra ela aumentando a velocidade dos dedos :
Eu : Vai minha piranha safada , goza gostoso ! – E voltei a chupa-la.
Selma : Aiiii… huuumnm que delicia ! Chupa vai, chupa ! Vou goza , vou goza , vou goza ! haaaaaaaaaaaaann ! aiii.. huumnm que delicia , gozei bem gostoso !
Eu ja em seguida levantei e a puxei pelo cabelo, e disse :
- Vem minha puta , fica de quatro pra chupar meu pau !

Continua na segunda parte!


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Voltando ao Passado

Descrição

Quando eu era mais novo, na fase da adolescência brincava muito com minhas primas do interior, e sempre rolava uns sarros gostoso com priscila, coisas de crianças que estão descobrindo o desejo e o sexo.
Depois crescemos e tomamos rumos diferentes na vida e quase nao nos encontrava.
mas na semana passada todos os parentes se encontraram na praia do guaruja e priscila estava la.
Agora ja crescida e gostosa, uma cavala, pele branquinha, cabelo preto, pernas grossas, peito e bundao. do jeito que eu gosto. quando a vi, ja fiquei de pau duro de tesao.
estavamos no hotel e a noite todos os primos fomos pra recepção tomar cerveja e conversar. falamos de tudo, sobre a vida, nossa infancia, etc, a maioria foram durmir e ficou so eu e priscila, foi quando falei sobre nos, se ela se lembrava de quando eramos jovens, das loucuras.
e pra minha surpresa ela se lembrava e deu continuidade no assunto se mostrando interessada.
demos risadas das loucuras, mas ela me revelou que era gostoso e que pena aquele momento ter passado quando eramos inocentes.
nessa hora eu disse pra ela que realmente nao eramos mais inocentes mas que agora poderia ser diferente pois estavamos mais experientes e aproveitariamos melhor a situação.
ela ficou meio sem graça mas deu um sorrisinho safado.
a convidei para dar uma volta na praia, ela assustou e disse mas agora? era 1 da manha, e eu disse que sim que era gostoso sentir a brisa do mar, alem de acalmar e relaxar, a energia era boa.
ela topou e assim fomos
levamos uma caixa de isopor com mais algumas latas e chegando la nao foi diferente, bebemos mais e conversamos sobre tudo, conforme o assunto foi esquentando eu novamente toquei no assunto de nos e ela foi dando corda ate que no impulso eu a beijei e ela colaborou
ali mesmo na areia foi o cenario da nossa loucura,
ela usava uma sainha bem curtinha eu mais que rapido coloquei a mao na sua bucetinha que ja estava moihada. eu enfiava o dedo na buceta, ela gemia de tesao. a praia estava vazia e a mare nos molhava toda vez que subia e a gente nem ai, so queriamos matar aquele desejo misturado com o alcool.
com muito tesao eu tirei meu pau e so puxei a calcinha de lado e meti bem forte e rapido nela, ate sentir ela me falar que estava gozando e eu mais do que rapido gozei tambem. sendo minha prima e a conhecendo nos tranzamos sem camisinha e eu ainda gozei dentro dela, pois ela me disse que nao tinha perigo.
voltamos pro hotel onde estavam todos e tudo voltou ao normal, ela nao tocou no assunto, nem eu, ficou como se tivessemos tido um grande sonho.


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Perdi minha esposa no jogo de cartas.

Descrição

Olá sou Carlos 39 anos novamente e irei contar a vocês como perdi minha esposa em um jogo de cartas!

Só para lembrar minha esposa é ?P? aquela baixinha de 37 anos, 1,47cm, 47k , olhos verdes, cabelos escuros, seios médios, mas com um par de bicos enormes e bem marrons e com uma bundinha até que gostosinha e muito fogosa!

Uma bela noite depois de umas taças de vinho confessei a ela que tinha uma fantasia de ver com um outro homem e ela se interessou pelo assunto! Mas com qualquer um?(respondeu ela) falei que poderia escolher quem ela quisesse (já sabendo qual seria a resposta dela)…e não deu outra ela respondeu o Fernando!rs

Fernando é cunhado de um grande amigo nosso e minha esposa nunca me escondeu que tinha um tesão por ele e que se fosse para me trair seria com ele. Até que o cara é boa pinta (nada boba ela)1,80cm de altura meio loiro e segundo minha esposa com um belo de um pau já tinha reparado na sunga dele quando fomos juntos ao um sitio.

Então em um belo fim de semana fomos ao sito desse nosso amigo (cunhado dele) e por ?sorte? Fernando estava lá e desacompanhado. Virei para minha baixinha e sussurrei no ouvido dela que hoje seria a única oportunidade que daria a ela para realizar seu desejo.

Meio sem jeito me respondeu como iriamos fazer isso, pois o cara era muito na dele. Respondi que resolvia isso fácil para ela não se preocupar e que era só provocar ele durante o dia porque sabia que Fernando também tinha um tesão por ela, mas tinha medo de mim (tinha que resolver isso então)!!Durante a tarde fiquei sozinho com ele e logo fui direto ao assunto… perguntei o que achava de minha esposa? Na hora ele fiquei sem graça, mas em seguida disse a mim com todo respeito que ?P? estava maravilhosa e linda e logo abrir todo o jogo a ele! O cara não acreditava em minhas palavras, mas depois ficou empolgado!

Ela já queria come-la na hora, mas falei que teria a hora certa e os iriam saber e que não contasse nada para ?P? sobre nosso papo! A noite veio e por volta das 23:00 meu amigo e dono do sitio disse que iria dormir por causa de seu filho pequeno e então ficamos nós três na varanda da churrasqueira que ficava um pouco afastado da casa e ao lado do quarto dele!

Começamos a jogar mau-mau e depois de varias rodadas, falei que essa ultima iriamos apostar e que o premio seria o que o ganhador quisesse. Fernando se ligou na hora e minha esposa nem imaginaria o que eu iria fazer. Na cabeça dela, eu falaria que iria dormir para deixar os dois a sós e a safada o pegava. Erro dela, o jogo começou e logo sai, deixando os dois…depois de alguns minutos Fernando ganhou!!
Disse a ele meio sem graça (disfarçando) o que queria? E olhando pra mim, respondeu que queria minha esposa!!!Ficaram os três sem dizer nada por uns segundos, olhei para o rosto de ?P? vermelha e sem graça, até que ela virou para mim e disse: – Bom e ae? Relutei a responder, mas em seguida disse que tudo bem e que aposta era aposta!!A convenci que só queria ver as preliminares e que depois iria embora e ela topou e fomos os três para o quarto do cara!
Confesso a todos que fiquei com ciúmes quando vi o pau do cara, era grande uns 22 cm e grosso e fiquei mais ainda quando ?P? disse ao ver o pau dele que iria que fazer duas viagens já deitando e abraçando o comedor na cama.A cena foi linda com os dois abraçados, minha esposa o beijando na boca e segurando o pau dele, a pele dela branca dando o contraste com a dele que era mais morena. Meu pau latejava de tesão eu queria ver aquela rola enorme abrindo os lábios da boceta de ?P?. Mas tive que sair e fiquei por algum tempo escutando os gemidos de minha esposa e o bate coxa dos dois ou seja a baixinha ?guentou? bem aquela vara!Ae está algumas fotos que pedi para ele tirar da foda!


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Sendo comida pelo amigo dos meus pais e pai do meu amigo(segredo de estadokkk)

Descrição

MEU NOME E PATRICIA EU SOU LOIRA TENHO OLHOS COM DE MEL E PEITOS GRANDES DELICIOSOS, TENHO UMA BUMDA REDONDA E DURA MEDIA E OERNAS GROSSAS OMBROS LARGOS CABELO LOIRO COMPRIDOS SOU UMA GORDINHA COM CINTURA SEM BARRIGA BEM GOSTOZA.
EU SOU SOLTEIRA TENHO 19 ANOS FUI VIAJAR COM AMIGOS E O PAI DE UM AMIGO MEU (CARLOS) FOI TAMBEM ELE ERA NOVO TINHA 37 ANOS MEU AMIGO TINHA UNS 16, EU TINHA UMA TARA NO CARLOS E ELE TAVA SEPARADO DA MULHER.
DEPOIS DA VIAJEM ELE MANDOU UM RECADINHO NO MEU FACE EM UM JOGUINHO BEIJA OU PASSA? EU BEIJO CLARO
ENTAO NO OUTRO DIA ENCONTREI COM ELE EM UMA FESTA ELE NAO AVIA ENTRADO NO FACE AINDA EU ACHO, ELE ERA BUNITO E EU TINHA UM TREM NELE
ENTAO QUANDO EU VI O RECADO NO MEU FACE DIZENDO QUE QUERIA O BEIJO PESSOALMENTE EU DELIREI
FIQUEI COM MEDO AFINAL ELE E AMIGO DA MINHA FAMILIA TIPO AMIGO DE INFANCIA DA MINHA MAE ALEM DE ESTAR DE ROLO COM UMA MULHER QUE NAO GOSTA DE MIM NEM DA MINHA MAE I E AAMIGA DA MINHA PATROAKKK DIFICIL NÉ
MAIS DANE-SE EU NAO AGUENTAVA SO DE PENSAR NELE ME ABRAÇANDO EU JA ME ARREPIAVA TODA. ENTAO MARQUEI UM ENCOMTRO ENTRE A GENTE SEGREDO DE ESTADOKKKKKK
ELE TEM UMA CAMINHONETE BRANCA ENTAO PAROU EM UMA RUA ESCURA E EU ENTREI RAPIDAMENTE, AI EU JA TAVA EXCITADA COM AQUELA SITUAÇAO.
eu disse oi meio timida aindamais ele começou a falar comigo e fui me acalmando e me soltando mais, a gente foi para uma chacara da minha tia onde nao tinha ninguem la a gente poderia ficar mais tranquilos, ja comecei a converça dizendo carlos ninguem pode saber de nada nada mesmo se nao minha familia me dizerda da familia, ele concordou
a gente saiu do carro e fomos para um casa que tinha la com cama banheiro tudo ssimples mais organizado.
a gente deitou na cama e ele quiz ir ao banheiro quando voltou eu tava de quatro arrumando o lençol da cama, e quando virei ele tava me olhando entao eu sai de cima da cama e esbarrei sem querer no pau dele ainda na calça e finji escorregar entao ele me segurou pela cintura e me beijou com me apertando e levantando meus peitos com a corpo dele era um beijo tao gostozo tao quente aaaaiiii muito gostozo
aquilo ja tava me deixando com tesao acho que a ele tambem porque me apertava e me levantava com muita vontade e me beijava como se minha boca fosse a ultima da vida dele
entao naquele beijo delicioso eu o empurrei na cama dizendo acho que nao adiantou nada eu ter arrumado a cama vc nao acha carlos,
ele me virou ficando por cima de mim e me respondeu com certeza nao patricia,
eu ja estava ofegante e começando a molhar minha calcinha entao eu disse beija minha orelha meu pescoço e nao deixa roxo nao ta assim vou ficar louca
e assim ele fez e eu o mesmo com ele entao eu comecei a me contorcer e beijalo muito gemendo alto eu ja tava toda molhadinha e muito quente.
eu fui por cima dele encachei na cintura dele pedi pra vendar ele ele deixou comecei a beijalo na orelha no rosto morder a boca dele de leve e a nuca passar a pontinha da lingua bem molhada e com a perna agora entre as pernas dele rparei o pau dele duro entao beijei seus mamilos e a sua barriga e como eu tava com blusa de frio levantei e olhando pra ele tirei a bluza de frio e meus peitos enormes ja estavao com o mamilo super duro e eu estava sem sutia e com um decote lindo.
ele so olhou e disse nossa menina, eu voltei pra cama e beijei ele com muito calor.
ele veio por cima de mim apertou meus peitos e disse ai delicia, ja to louco com vc e eu disse q bom gostozo injustiça se fosse so eu a ter uma tara louca em vc.
ele me disse tara e?
eu disse com um ar sexy timido e safado eh
entao ele puxou minha blusa pra cima e começou a chupar meus peitos com vontade e eu gemento e me derretendo de tao molhada ele me beijava e começou a abrir minha calça eu levantei e a tirei olhando pra ele e arrumando a calcinha de renda preta fio dental de um jeito q deixava minha bunda linda, virei de lado e me abaixei pra pegar a calça deixando a bunda virada pra ele em quando tirava a calça.
ele me puxou e disse porque nao tirou a calcinha em menina eu sorri ele puxou ela pro lado e começou a chupar minha bucetinha que ja tava molhada e gozada, ele disse ai que delicia de bucetinha apertadinha com o grilinho escondidinho lisinha parece que nunca foi usada de tao inocente
ele chupava meu grilinho passava a lingua em toda minha bucetinha ate o buraquinho da vagina e mamava no meu griginho de um jeito deliciozo que me deixava louca de tesao entao levantava o quadriu de tesao e gemia alto aaiiii aiii delicia aiiii gostozo nossa vc chupa gostozo de mais ai minha bucetinha vai derreter e ele sorria com um jeitinho lerdo
e colocando o dedo la dentro e tirando devagar e massagiando meu grilinho e chupando gostosinho ate que nao aguentei e gritei vamos vai vamos tranzar comigo vai por favor vamos desbravar(sexo) comigo.
ele abriu a calça tirou o cinto e ficou de cueca quando eu vi o volume da cueca e ele tirando eu disse para deixa eu tirar deixa eu chupar ele bem gostoso.

 

Continua..


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Encontro com esposinha safada em rondonia

Descrição

Saindo com esposinha putinha em Rondonia.
Um belo dia recebi uma chamada em meu celular de um numero que não conhecia. Pra minha surpresa ao atender ouvi a voz de homem no qual perguntou se eu poderia falar naquele momento, e ao ter minha resposta explicou: Meu nome é fabio, sou casado e temos um relacionamento liberal, vimos você um dia desses e ficamos muito afim de conhece-lo, (mais tarde vim a saber que na realidade um casal no qual eu ja havia saído passou meu telefone pra eles). Na hora fiquei um pouco surpreso e ja excitado, pois adoro sexo, ja saí varias vezes com casais, e esposas de maridos que gostam que as esposas saem pra depois lhes contar, mas ainda não tinha tido o prazer de algum casal tomar a iniciativa, era sempre eu que procurava, e o processo era muito longo até conseguir um encontro real, assim, começamos então a conversar e logo trocamos e-mails. Alguns dias depois lhes enviei uma foto e recebi outra como retribuição, ao abrir a foto adorei, pude ver que se tratava de uma morena clar a muito bonita e, isso só aumentou ainda mais meu tesão e desejo de conhece-los melhor. Fui três vezes na cidade que eles moravam porem sem sucesso ao entrar em contato por tel. Depois das três tentativas sem sucesso enviei um e-mail ja imaginando que eles haviam desistido, porem fiquei muito feliz ao receber a resposta com novos numeros e principalmente o numero dela, e o recado para eu ligar pra ela a noite quando pudesse. Assim que chegou a noite corri para o quarto peguei meu celular e liguei ja de pau duro, nossa quando ela atendeu foi ainda mais gostoso, pois ela se mostrou uma pessoa muito simpatica, estrovertida e bem liberal. Ela atendeu com uma voz dengosa e sedutora:_ Alôo. _ Oi tudo bem? sou eu fernando. _Eu sei amor gravei seu contato aqui, que bom que nos ligou. _Pois é estava ligando em outro numero mas só dava caixa de msg, aí mandei um e-mail e ele me passou o teu numero. _É ele fica viajando e me deixando aqui sozinha e subindo pelas paredes. _Nossa então vc esta sozinha? _Sim e morrendo de tesão não sei o que fazerrr… _Hummm se pudesse ia pra aí agora a mesmo. _Ha vemmm, to subindo pelas paredes. _Puxa não da, mas na primeira oportunidade estarei aí com vcs. E assim fiquei ainda mais louco, pois vi que ela era uma esposinha bem putinha e que adorava uma festinha. Na outra semana veio o dia tão desejado pude ir a cidade deles e logo liguei e combinamos de sair a noite. Chegando a noite liguei e fiquei maravilhado com a proposta. _Fernando é o seguinte, como vai ser nosso primeiro encontro ela vai só pra vcs se conhecerem melhor e curtirem sem nenhum acanhamento. Nossa aquilo fez meu coração acelerar, meu pau deu um pulo e faltou estorar a calça, ia ter uma esposinha putinha só pra mim que delicia. Ele me informou onde eu a apanharia, e la fui eu correndo. Chegando no local parei o carro onde ele disse pra eu para e meu coração acelerou quando vi a morena se aproximando, era melhor ainda que a foto que tinha visto, ela trajava um shortinho jeans apertadinho, calçava uma sandalia de salto alto e uma blusinha de tecido leve realçando aqueles seios deliciosos. Abri a porta e ela entrou com um sorriso encantador, me deu um beijo e disse: _Que loucura deliciosa. Eu peguei sua mão e coloquei no meu e ela massageando disse: _Hummmm ja esta assim que delicia. Fui a mais de mil pro motel. Chegando na garage do quarto, fechei o portão e ja fui logo agarrando aquele monumento de mulher. Entramos quarto a dentro em um gostoso amasso, que delicia sentir aquela lingua maravilhosa na minha, ficamos nos amassando sem tirar nossas roupas por uns 10 minutos, tava bom demais. Então ela me afastou e foi tirando a roupa pra mim, com uma cara de safada me olhando nos olhos, nossa que delicia, ela peladinha na minha frente, pele macia, pernas torneadas, bumbum medio e firme, seios do tamanho de uma maçã argentina, durinhos e com os biquinhos apontando pra minha pessoa, tirei minha camiseta e fui me deliciar naquel es seios maravilhosos, chupava lambia mordiscava, estava num tesão louco. Aí ela tirou minha calça e quando tirou minha cueca abaixou e olhou pra mim debaixo pra cima com meu pau na mão e com uma cara de puta disse: _Nossaaaa que pau maravilhoso, grande adoro. E começou a chupar, olha chupada daquele jeito só tinha visto nos filmes pornôs. eu tenho 19 cm de pau e grosso, e ela abocanhava até o os labios encostar na base, dava pra sentir a cabeça na garganta dela, e aí ela tirava ele todo cheio de baba, que delicia uma chupada assim. Fomos pra cama e ela não largava meu pau, então virei na posição 69 e comecei tambem a me deliciar naquela bucetinha linda lisinha e macia, chupei como nunca, abocanhava tudo, enfia a lingua e depois pincelava o grelo com a ponta da minha lingua, quanto mais eu caprichava na sua buceta mais ela caprichava chupando meu pau. Até que não aguentando mais ela implora: _Vem mete logo essa rola na minha buceta.

Continua…


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É muito mais Prazer em Um só Lugar!

Minha esposa sendo encoxada por outro 1

Descrição

Temos 50 e 39 anos, gostamos de sair sempre as sextas feiras, para algum barzinho, sozinhos ou com algum casal amigo.
Era sexta e combinei com Valéria para irmos algum barziho beber algo, combinei as 22:00hs sairmos e assim fizemos, fomos parao Boteco praia, onde além do ambiente ser legal o tira-gosto é muito bom, chegamos por volta das 23:00hs, já estava lotado, procuramos o garçom que nos atende sempre, ele pediu para esperarmos um pouco, ficamos em pé, quando um casal amigo nos viram e nos chamaram para sua mesa, o Gustavo e a Helen, fomos pra mesa, pedimos bebidas e ali ficamos, Valéria estava com um vestido preto, de alça, curtinho,com seus seios bem a mostra, um sandalia preta bem alta, esta com as pernas cruzadas, onde dava pra ver bem suas coxas, ficamos ali conversando, quando notei um rapaz jovem, olhando-a insistentemente, no inicio acho que ela não notava, depois vi que ela também olhava pro rapaz, não demorou quando vi ele rindo pra ela, ela não retribuiu o sorrizo, o rapaz continuou insistindo, quando vejo ela já com a cara de sorriso pra ele, nisso a Helen também notou e falou no ouvido dela, ficaram rindo, quando vejo o rapaz oferendo um drinque pra ela, que discretamente mostrou que estava bebendo, como sou bastante ciumento, Valeria fazia isso com muita discreção, para não me causar ciumes, no inicio fiquei chateado quase pra brigar com ela, porém não sei o que me deu, acho que até vaidade e tesão sabendo que tenho uma mulher muito gostosa e apreciada, deixei rolar, a essa altura, já pelo efeito da bebida, Valeria já estava bastante cordial com o rapaz, e Helen incentivando a Valeria pelo que notava as duas conversando baixinho e rindo, já passava de 01:00hs quando Valeria disse que ia ao banheiro e chamou a Helen, o Boteco tava pra lá de cheio, as duas foram, vi o rapaz a seguindo com os olhos, mais na frente Valéria olhou pra traz, o rapaz, acho que notou e levantou-se da mesa e saiu, não demorou e a Helen retornou na frente a Valéria demorou mais um pouquinho e veio também, notei ela um pouco nervosa, ajeitando o vestido, quando olhei o rapaz retornou também pra mesa, ficamos ali bebendo e Valéria já estava meio tonta, perguntei se estava gostando ela respondeu que sim, a essa altura a paquera deles já estava bem evidente, Valéria de pernas cruzadas, me deu coragem também já estava meio bebado, e coloquei a mão em suas pernas, fui devagazinho subindo seu vestido, deixando quase a mostra sua calcinha, como ela tava bebada não deu muito conta do que eu estava fazendo, tirei a mão de suas coxas, ela ficou assim o rapaz quando viu quase sua calcinha ficou mais eletrico ainda, não deu outra, ele passou com gestou a chama-la, para o outro lado onde fica pista de dança, ela já louca de tesão disse que iria novamente ao banheiro, pois tinha tomado muita cerveja, levantou-se e saiu, quando olhei o rapaz também tinha saido, inventei que iria também ao banheiro e sai, fiz uma horazinha e fui pra perto da pista de dance, quando olhei a Valeria e o rapaz estavam conversando e rindo, fiquei por traz de uma coluna, quando vi ele puxar ela de costa e vi ela dançando de costa pra ele, ele segurando sua cintura e ela rebolando, não demorou ela virou-se pra ele deu um beijo na sua boca, falou algo no seu ouvido, e foi ao banheiro, voltei rapidamente pra mesa, quando logo ela chegou, o rapaz também voltou pra mesa, como já eram quase 03:00hs, não deu outra, falei que iriamos embora, saimos, e fomos pra casa, no caminho perguntei se ela tinha gostado da noite ela respondeu que sim que estava louca de tesão e que queria fazer amor, chegamos em casa fomos direto pra cama, quando peguei na sua xoxota esta pingando de tanto tesão mal meti e ela foi logo gozando me segurei porque também estava quase não aguentando e fomos dormir, continuo o conto pra dizer a vocês como foi o final dessa historia.


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Foi pelo cheiro – parte 2

Descrição

a calcinha agora estava presa apenas pela pressão de suas pernas e de sua bunda. Levei a mão até sua xoxotinha e o que senti aumentou ainda mais os meus já enormes desejos. Era lisinha. Pelo que senti ali, a depilação deveria ser de ontem. Prosseguindo com a exploração, alcancei um clitóris mediano e assanhado, que fez com que ela novamente se arrepiasse suspirando. Cada toque mais acertado que eu dava, era um sobressalto arrepiante em seu corpo. Este “expediente” permitiu que eu liberasse a parte da calcinha que se prendia em suas pernas. Levei a mão para a parte de trás e fui descendo reguinho abaixo, afastando as bandas com os dedos e deixando um, o médio, claro, deslizar por entre o vale que se estendia cegamente a minha frente. Meu dedo foi conduzindo o fio da calcinha no sentido de o liberar, enquanto procurava louca e discretamente o orifício do prazer supremo. Com um trejeito no corpo ela se ajeitou numa perna, deixando a outra levemente arqueada e arrebitando a bundinha. A calcinha se desprendeu e meu dedo encontrou a fonte do tesouro. Ela novamente se arrepiou e quase se deixou cair nos meu braços.
Sussurrei em seu ouvido o desafio final: vai tirar proveito da situação ou vai me deixar na mão? Ela perguntou o que eu tinha em mente. Eu disse: siga-me. E fui empurrando ela em direção a porta de saída. Antes, dei um jeito de alcançar a calcinha, devidamente umedecida, que já abandonara a peleja. Minha proposta não viera ao acaso. Eu sabia que o local onde desembarcamos era rodeado por hotéis de alta rotatividade. Quando descemos do ônibus, nos abraçamos como dois amantes ensandecidos, nos beijamos apaixonada e calorosamente. Ela então me olhou nos olhos dizendo que devia ser louca por se deixar levar pelas emoções desse jeito. Eu a tranquilizei dizendo que loucos éramos os dois. Ela fez a fatídica pergunta: e agora? Eu lhe perguntei se confiaria em mim. Depois de uns segundos de hesitação, o desejo falou mais forte e ela balançou a cabeça. Tomei-a pela mão e saímos. Como dois enamorados cheios de energia e desejo, atravessamos o primeiro portal ao nosso alcance. “permanência”, sinalizei à recepcionista. Com ar de cumplicidade ela despejou as chaves ao balcão e eu as alcancei, tomando o rumo do corredor. Meti a chave na fechadura, rompendo o primeiro lacre ao qual o desafio me chamava.
Adentramos o ambiente já trocando um beijo quente e molhado. Eu arrancava o que lhe restava de roupas e ela fazia o mesmo comigo. O desejo era tão dominante e latente que fomos queimando etapas. Estando ela devidamente aliviada das vestimentas, dei-lhe impulso para que se deitasse na cama atrás dela. Já caiu abrindo as pernas. Pude contemplar, então, o objeto dos meus desejos. Cego pelo tesão que me assomava, não hesitei, e cai de boca. Estava devidamente depilada. Preparada para o outro, pensei, o que foi confirmado no “chat” de depois. Lisinha, cheirosa e apetecivelmente lubrificada, era um troféu a ser degustado. O clitóris ligeiramente inchado, denunciava a situação de sua proprietária. Sorvi cada gota daquele petisco que me era oferecido. Ela também não perdeu tempo, me conduzindo e se conduzindo, conseguiu posicionar-se de modo a abocanhar meu pau e quase sufocar, dada sua sequiosidade.
Não me fiz de rogado e tratei de saciar sua sede. Novamente posicionei seu corpo sob o meu e, sem maiores dificuldades, introduzi (meti fundo, com força), em sua xoxota, que já suplicava por este momento. Ela suspirou, prendeu a respiração por alguns segundos, enquanto o cacete encontrava seus limites. Quando tocou o fundo ela gemeu de leve e levou as pernas pelas minhas costas, abraçando com força e suplicando-me que continuasse, que não parasse. Atendi prontamente. O desejo ditou o ritmo do prato de entrada. Ambos levados pela intensidade do desejo, gozamos estrondosamente, creio que chamando a atenção de quaisquer quartos adjacentes que estivessem ocupados. Respirando ofegantes, permitimos que nossas respirações retornassem à normalidade.
Procuramos juntos o chuveiro. Dividimos a água, o sabonete, as carícias. Ela me ensaboava e eu a ensaboava. Éramos duas crianças com um brinquedo recém adquirido. Ela brincava com meu pau com se fosse um chocalho encontrado ao acaso. Eu via seus seios como um novo instrumento de prazer que ainda não havia encontrado. Eram firmes e de mamilos salientes. Seios de mulher que gosta de sentir lábios a dominá-los. No embalo do ensaboamento, não pude deixar de explorar cada ponto que ainda se achava “desconhecido”. Ao passar meu dedinho entre as “bandas”, tocando firme e ligeiramente seu cuzinho, percebi um leve suspiro, apreensivo, tomar conta de seu ser. Chauvinistamente perguntei: posso? Ela, sorrindo, disse: não achei que não fosse aproveitar todos os “opcionais”. Enxugamo-nos e retornamos à área de trabalho. Agora com mais carinho, com mais consciência, com mais objetividade.
Reinic


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